sexta-feira, 15 de junho de 2012
Yoga: O equilíbrio entre corpo e mente
quinta-feira, 24 de maio de 2012
O que significa ser realmente flexível?
Ser fisicamente flexível significa aproveitar ao máximo a mobilidade dos músculos e articulações, que perdem a elasticidade com o tempo.Exercícios regulares de alongamentos ajudam a atrasar ou até mesmo a diminuir o ritmo desse processo.
Em primeiro lugar precisamos avaliar todas as nossas necessidades físicas e fazer uma análise do nosso corpo, com certeza o alongamento é necessário tanto para quem fica sentado o dia todo trabalhando quanto para quem tem uma vida esportiva ativa.
A musculatura do indivíduo que passa o dia todo trabalhando sentado em frente ao computador se torna encurtada nos músculos flexores dos quadris, enquanto extende toda musculatura posterior,fazendo a espinha dorsal se curvar para frente e causando na maioria das vezes dores e desvios posturais.
Em alguns casos a musculatura que consegue ser alongada mais que o necessário, ou seja, que passa da necessidade de alongar acaba tendo alguma articulação hipermóvel o que não é vantagem para essa musculatura, pois a partir do momento que ela se alonga além do limites normais pode ser prejudicial para ligamentos, tendões e ate mesmo nervos que circundam tal articulação.As mulheres tem uma probabilidadde natural de serem mais hipermóveis do que os homens.
A melhor maneira de melhorar a flexibilidade é tornar o alongamento parte da sua rotina, principalmente depois das suas sessões de treinamento, pois com a musculatura oxigenada e aquecida se torna menos dolorido, mais eficiente e com menos riscos de lesões.
Trabalhar a flexibilidade antes dos exercícios é importante, mas não é essencial.O ideal é um aquecimento lento e progressivo, pois estimula a circulação sanguínea da parte exigida, preparando assim as suas articulações.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Suplementos alimentares

SUPLEMENTOS ALIMENTARES
Os suplementos alimentares são aliados da performance e indicados principalmente para indivíduos que necessitam de mais energia (hipercalóricos) ou aminoácidos (hiperprotéicos) para realizar seu treino. Todas as pessoas que praticam atividade física com freqüência de 3 vezes/semana e duração de 1h já tem indicação para o uso de suplementos alimentares. A indicação de qual suplemento utilizar varia de acordo com o biótipo e objetivo de cada indivíduo, sendo necessário realizar uma avaliação com um profissional especializado. Os suplementos alimentares mais conhecidos são:
- WHEY PROTEIN: é a proteína do soro de leite, com alto valor nutricional, teor de cálcio e de aminoácidos essenciais, importantes no ganho de massa muscular e melhora do desempenho físico. O excesso pode causar sobrecarga renal.
- BCAA: aminoácidos de cadeia ramificada (leucina, isoleucina e valina) e de origem animal, cujo consumo pode promover o anabolismo protéico muscular e a diminuição da lesão muscular pós-exercício. O excesso também pode causar sobrecarga renal.
- ALBUMINA: é uma proteína de alto valor biológico encontrada principalmente na clara do ovo, leite e sangue. Tem papel importante no reparo e reconstrução dos tecidos musculares após a atividade física intensa. O uso prolongado pode causar danos hepáticos e renais.
- CREATINA: é um composto de aminoácidos, que podem ser encontrados no pâncreas, fígado e rins. A creatina está presente nas carnes vermelhas e peixes. Seu uso para praticantes de atividade física tem efeito comprovado quando utilizado da forma e na quantidade adequada. Doses mais elevadas podem provocar náuseas, desconforto abdominal, fraqueza e tonturas
- CARNITINA: outro composto de aminoácidos cujo armazenamento ocorre no músculo, onde é utilizada para transformar os ácidos graxos
Nutricionista Roberta Tejada Soriano - CNR3 15415
domingo, 16 de outubro de 2011
Atividade física x Imunidade

domingo, 24 de julho de 2011
Cuidados ao utilizar adoçantes

De tempos em tempos os adoçantes voltam aos noticiários. Os adoçantes dietéticos são, em sua maioria, compostos a partir de substâncias não calóricas, naturais ou sintéticas, conhecidas como edulcorantes e que são responsáveis pelo por conferir o sabor adocicado. Cada vez mais esses produtos ganham adeptos, mas para sabermos como utilizá-los corretamente sem prejudicar nossa saúde é melhor esclarecermos as diferenças entre eles. Os principais adoçantes são:
- SACARINA: Foi a primeira substância adoçante a ser descoberta, em 1878. Possui poder adoçante 200 vezes maior que a sacarose (açúcar branco). Estável em altas temperaturas sem perder a capacidade adoçante, é muito utilizada em combinação com outras substâncias. Isento de valor calórico.
- CICLAMATO: Foi descoberto em 1939 e continua sendo bastante utilizado pelas indústrias alimentícias até os dias de hoje. É 40 vezes mais doce que a sacarose, mas pode apresentar um leve gosto residual. Suporta altas temperaturas e meios ácidos sem perder o poder de doçura. Também apresenta 0 kcal/g.
- ASPARTAME: Descoberto em 1954. Possui sabor agradável e semelhante ao açúcar branco, no entanto, tem potencial adoçante 200 vezes maior, sendo utilizado em pequenas quantidades. Perde sua eficiência em altas temperaturas e quando armazenado por muito tempo. É muito utilizado no setor alimentício, principalmente nos refrigerantes diet. Possui 4 Kcal/g.
- ACESULFAME-K: Criado em 1960, este adoçante possui a maior resistência a diferentes temperaturas e adoça 200 vezes mais que a sacarose. Não é calórico nem apresenta sabor residual, entretanto, apresenta pequenas quantidades de potássio e deve ser utilizado com cuidado por pacientes com insuficiência renal crônica.
- STÉVIA: Originária da fronteira do Brasil com o Paraguai foi descoberta em 1905 e é extraída a partir do steviosídeo, um edulcorante vegetal com poder adoçante 300 vezes maior que a sacarose. Tem estabilidade em altas temperaturas e não apresenta contra-indicações.
- SUCRALOSE: Descoberta em
Nutricionista Roberta Tejada Soriano
CRN3 15415
Com que tênis eu vou?


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